Colégio Amorim

Planeta Amorim: Multiplicando ações ambientais

Perfil da Escola

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O Colégio Amorim preocupa-se com o desenvolvimento pedagógico, bem como com a conduta social e ambiental do educando, visando o ingresso nas Universidades Públicas e nas melhores Universidades Privadas, além da formação de um sujeito reflexivo e crítico, que tenha condições de vencer e ter um diferencial ao disputar o mercado de trabalho.

Pensando nisto os Cursos de Supletivo, Auxiliar e Técnico em Enfermagem dão um importante suporte no futuro profissional dos nossos alunos.

Aqui o educando e sua família sentem-se satisfeitos com a proposta do Colégio, seus valores e atitudes, contribuindo para o processo ensino-aprendizagem.

Há 18 anos educamos gente feliz com responsabilidade, e entendemos que o relacionamento com pais e alunos é a chave do nosso sucesso!

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Monitoramento Ambiental !

postado terça-feira, 30 de setembro de 2008 21:42 por anacarolina
O SENSORIAMENTO REMOTO NO MONITORAMENTO AMBIENTAL DA AMAZÔNIA
Sensoriamento remoto é a tecnologia que permite obter informações dos objetos que compõem a superfície terrestre sem a necessidade de contato direto com os mesmos.
As atividades que envolvem a obtenção desses dados podem ser compreendidas em 3 fases:
- A energia proveniente do Sol interage com os corpos da superfície terrestre, o que revela diferentes propriedades físico-químicas e biológicas desses corpos.
- A energia eletromagnética é refletida e captada por sensores remotos localizados em satélites artificiais;
- A radiação eletromagnética refletida gera um conjunto de informações que são processadas e podem originar imagens, tabelas e gráficos.
Assim, o sensoriamento remoto permite a realização de inventários, mapeamento e monitoramento de recursos naturais.
O mais ilustre dos sensores remotos com tecnologia brasileira se localiza no CBERS, um programa de satélites Sino-brasileiro, com cooperação internacional da China, o que permite o monitoramento da cobertura terrestre a cada 26 dias, ou seja, tempo que o CBERS leva para ter imagens de todo globo terrestre.
O CBERS tem sido uma ferramenta valiosa na obtenção de dados sobre diferentes impactos ambientais, bem como de outros fenômenos naturais ou antropogênicos, como desmatamentos, queimadas, poluição de mananciais entre outros.
O monitoramento da Amazônia tem sido alvo de grande especulação, uma vez que os índices de desmatamento são alarmantes e as imagens são incontestáveis.
Segundo o INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, foram 1.123 km², praticamente a área do município do Rio de Janeiro (1.182 km²) ou cinco vezes a do Recife (218 km²) e tudo isso apenas no mês de abril.
Recentemente outro relatório, com qualificação de imagens dos satélites LANDSAT e CBERS, que apresentam melhor resolução espacial, permitiram ao INPE analisar 21 imagens LANDSAT, localizadas nos estados do Mato Grosso, Pará, Rondônia e Amazonas, sendo 20 delas com data posterior a 25 de junho de 2008. Estas imagens permitiram a avaliação de 304 polígonos de desmatamento, aproximadamente (870km2). Do total de polígonos avaliados, 92% foram confirmados como desmatamentos, sendo 66,7% do tipo corte raso, 25,3% degradação florestal e 8% foram considerados como desmatamentos não confirmados.
A mega-biodiversidade da Amazônia e de outros ecossistemas brasileiros não tem preço e por isso seu monitoramento se faz necessário, permitindo que a tecnologia do sensoriamento remoto avalie os impactos ambientais e determine ações que minimizem o avanço do desmatamento e a ocupação de madeireiros e pecuaristas que exploram a floresta de forma irracional e irresponsável, colocando em risco a delicada dinâmica biosfera-atmosfera.

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Semana da Água

postado quinta-feira, 21 de agosto de 2008 20:07 por anacarolina

Conscientização - A Semana da Água tem como objetivo maior promover a conscientização para o uso racional dos mananciais, que estão ficando cada vez mais escassos. A previsão é de nos próximos 25 anos, cerca de um terço da população mundial vai experimentar os efeitos da escassez de água, segundo estudo centro de pesquisas do Grupo Consultivo em Pesquisa Internacional da Agricultura.

De toda a água disponível no planeta, 97,5% é salgada, 2,5% é doce e apenas 0,8% é aproveitável para o consumo humano. De acordo com dados da ONU, cerca de sete bilhões de pessoas, em 60 países, enfrentarão a falta de água na metade deste século.

Numa estimativa mais otimista, a ONU calcula que dois bilhões de pessoas, de 48 países, conviverão com a seca em menos de 50 anos. Só no Brasil, 35 milhões de pessoas não têm acesso à água potável.

A preservação da água e do meio ambiente há muito deixou de ser um modismo, uma bandeira de organizações não governamentais para denunciar crimes e a falta de ações do poder público. AGORA SE TRATA DE QUESTÃO PRIORITÁRIA NA PRESERVAÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA NO PLANETA.

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Dia do Meio Ambiente no Colégio !

postado quinta-feira, 5 de junho de 2008 15:14 por anacarolina

Especialmente hoje, nós resolvemos fazer uma atividade mais impactante no colégio: sujá-lo !

Isso mesmo! Essa foi uma das idéias que surgiram para esse dia!! Nossa idéia era mostrar de uma forma "saudável" o quanto o lixo que NÓS MESMOS produzimos nos atrapalha! E que precisamos fazer algo para que isso não se revolte contra nós mesmos. Com o ambiente todo "sujo", nós, embaixadores do clima, junto com a equipe de pedagogos, realizamos mais uma palestra sobre o meio ambiente e tudo que o envolve. Explicamos para o Ensino Fundamental II e ao Ensino Médio o quê o nosso projeto (De Olho no Clima) e a British Council visa e qual é o nosso papel em relação a esta oportunidade que a nós, foi concedida.

Foi mais uma experiência de aumentar o conhecimento e ação sobre o que estamos ou não fazendo pelo nosso planeta. Mais uma experiência que foi muito bem sucedida! 

VIVA O MEIO AMBIENTE !!!! 

  

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Dia Mundial do Meio Ambiente: consumir também exige ética e bom senso!

postado quinta-feira, 5 de junho de 2008 13:08 por anacarolina

Vivemos um tempo de paradoxos. Temos abundância de recursos naturais, mas pouca gente tem acesso a energia ou água de qualidade. No mercado, pipocam novos produtos, aumentando nossa ânsia de consumo, mas muitas pessoas não têm nem o que comer. Mesmo dentro desse cenário desigual, estamos esgotando nosso planeta. A humanidade vem consumindo 25% a mais de recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Segundo o Relatório Planeta Vivo 2006, produzido pelo WWF, se as atuais projeções se concretizarem, a humanidade consumirá perigosamente, até 2050, duas vezes mais recursos do que o planeta pode gerar por ano. E mais: se nossos padrões de consumo e produção continuarem no mesmo patamar, serão necessários dois planetas iguais ao nosso para atender às necessidades de água, energia e alimentos. Diante desse impasse, a melhor maneira de mudar essa situação é adotar escolhas conscientes de consumo.

 

Para se ter uma idéia do volume do que andamos consumindo, no ano 2000 foram gastos em nosso planeta, em compras de produtos ou serviços domésticos, mais de 20 trilhões de dólares. São quatro vezes mais do que se gastou em 1960. E isso significa que, além de consumirmos muito mais, estamos poluindo mais, despejando um número cada vez maior de lixo e aumentando o desperdício. O Brasil, por exemplo, é um dos maiores produtores de alimento do mundo, mas tem uma altíssima taxa de desperdício: 84%. "O que falta é planejamento, especialmente nas compras do mês. Joga-se muita coisa fora, enquanto temos milhares de pessoas passando fome", aponta Raquel Diniz, coordenadora de capacitação comunitária do Instituto Akatu.

O poder das escolhas

Consumo consciente é aquele feito com consciência do seu impacto e voltado à sustentabilidade. Tem preocupações relativas à sociedade e ao meio ambiente, com o objetivo de não prejudicar a qualidade de vida das futuras gerações. Em outras palavras, é saber consumir de forma ética. Saber escolher um produto com base em qualidade, preço, impacto ambiental e responsabilidade social empresarial. "Antes de comprar, é preciso fazer as seguintes perguntas: necessito mesmo desse produto ou serviço? Ele é econômico? Não-poluente? É reciclável? Seus ingredientes ou componentes são obtidos respeitando-se a preservação do meio ambiente e da saúde humana? É seguro? A empresa respeita os direitos dos trabalhadores e do consumidor? Tudo isso faz diferença", ensina Lisa Gunn, gerente de informação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

 

Todas essas questões deveriam fazer parte do dia-a-dia dos brasileiros, mas pouca gente realmente as põe em prática. Temos os valores, mas não partimos para a ação. "As pessoas ouvem falar do problema, mas não têm noção de que ele pode estar, de alguma forma, ligado a um ato dela. Um exemplo é o consumo de carne vermelha. Pouca gente pára para pensar que aquela carne pode ter alguma relação com o desmatamento da Amazônia e o aquecimento global", comenta Raquel Diniz. Outro exemplo citado por ela é bem mais simples: sabemos que não devemos jogar papel na rua, pois suja e polui o ambiente, mas continuamos fazendo.

Mudar é difícil

Ser um consumidor consciente não é tão complicado, mas o grande desafio é a mudança de hábitos. Pequenas atitudes no dia-a-dia, como planejar melhor as compras, evitar o desperdício de água, energia e alimentos, reciclar objetos, fazer a coleta seletiva do lixo e buscar informações sobre responsabilidade social e ambiental das empresas já são um grande passo. E não só agir desta forma, como também mobilizar outras pessoas a fazer o mesmo. Dar o exemplo ou se inspirar em pessoas que fazem esse tipo de ação. Raquel Diniz afirma que, mais do que nunca, é preciso fazer essa reflexão. "Precisamos nos perguntar: qual a parte que nos cabe? Podemos ser agentes de mudança, e não meros espectadores. Boas práticas devem ser passadas para a frente", finaliza.

Talvez você nunca tenha parado para pensar nisso, mas não existe um único ato de consumo que não tenha impacto sobre o meio ambiente. Por isso é tão importante fazer escolhas conscientes, que evitem desperdícios e colaborem para evitar a falta de recursos no futuro. Veja como você pode fazer a sua parte:

 

Reciclagem: Pratique a coleta seletiva de lixo e reaproveite alimentos e outros materiais. Assim, você evita que mais recursos naturais sejam usados e ajuda na diminuição do lixo da sua cidade. Se um terço do material reciclável do Brasil fosse realmente aproveitado, a energia economizada beneficiaria 10 milhões de pessoas.

 

Combustíveis: Para ir à escola ou ao trabalho, escolha meios de transporte menos poluentes. Abandonando o carro, por exemplo, você gasta menos com gasolina, impostos, manutenção. E o planeta agradece.

 

Energia: Evite deixar luzes e aparelhos elétricos sem necessidade. Se os seus aparelhos ficam em stand by (com aquela luzinha acesa mesmo quando ele está desligado), tire-os da tomada. O stand by é responsável por até 25% da energia consumida. Troque as lâmpadas normais por lâmpadas fluorescentes, que são mais econômicas e duradouras. Se você usa chuveiro elétrico, evite tomar banho nos horários de pico, quando tem muito mais gente usando energia. Na compra de eletroeletrônicos, procure comprar os que têm os selos Procel e Conpet, que atestam que o produto tem menor consumo energético e baixo impacto ambiental.

 

Água: Evite banhos longos e uso desnecessário de água. Lave as roupas com a capacidade máxima da máquina de lavar e evite lavar a calçada com mangueira - use um balde e uma vassoura. Procure, também, consertar vazamentos em casa, pois eles são grandes vilões da conta de água. Se o consumo na sua casa é alto, pode ser uma boa idéia trocar as torneiras e o vaso sanitário por modelos novos, que são mais econômicos.

Alimentos: Procure comprar só o que vai consumir durante a semana, para evitar que a comida estrague com a passagem dos dias. Para isso, faça um planejamento antecipado. As sobras de alimentos também podem ser aproveitadas, então capriche na criatividade! Sempre que possível, troque o supermercado pela feira. Lá, os produtos não são embalados e os preços são menores. Prefira produtos naturais aos industrializados. Além ser uma escolha ecológica, eles têm qualidade melhor e preços menores.

 

Embalagens: Evite comprar aquelas feitas de materiais sintéticos e não-orgânicos e dê preferência para as recicláveis, como as de papel, papelão ou plástico biodegradável. Na hora de ir ao supermercado, use as sacolas retornáveis ao invés dos sacos plásticos, que demoram anos para se decompor, entopem os lixões das cidades e ainda poluem o ambiente.

 

Eletrônicos: Compre com mais parcimônia. Não troque celulares e computadores a todo momento.

 

Alimentação: Evite carne vermelha. Além de mais cara do que a carne branca, as florestas estão sendo dizimadas para a criação de gado. Além de consumir água excessivamente, o gado arrota. E o arroto dos animais emite poluentes, colaborando com o efeito estufa.

 

Vestuário: Cuidado com o excesso de sapatos, cintos e bolsas. Dependendo do material de que são feitos, eles podem levar 400 anos para se deteriorar.

 

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Planeta Sustentável

postado quinta-feira, 29 de maio de 2008 20:27 por anacarolina

Em um grande planeta tinha vários seres vivos, que viviam muito bem lá.

Nunca fizeram nada que piorasse o planeta. Sempre reciclavam, obedeciam as leis, usavam somente o necessário, replantavam árvores em maiores quantidades, cuidavam dos animais, não jogavam lixo nos lugares errado, não poluiam o meio ambiente. Mas, mesmo assim, outros países ficavam de olho na Floresta Amazônica.

O Brasil é o pais dominante da floresta Amazônica, mas pena que os governantes não estão aí para ela. Seria tão bom se eles cuidassem dela. Sempre, sempre seria muito populosa, como já foi um dia.

O bom é que ela tem diversas plantas e animais. Mas também tantos países querendo só lucrar, pesquisando sobre as plantas e animais da floresta Amazônica.

O planeta ficará sustentável se as pessoas cuidarem dele e não maltratarem nosso planeta Terra. É só todo mundo fazer um pouco e o planeta nunca mais ficará poluído e será um grande planeta sustentável. Pena que as pessoas, nem os governantes pensam no nosso planeta e se pensassem, nunca ficaria poluído e todos os seres vivos ficariam bem!

Nome: Thiago

Série: 4ºano B

Orientadora: Profª Luciene das Virgens Cavalcante.

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