Colégio Amorim

Planeta Amorim: Multiplicando ações ambientais

Perfil da Escola

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O Colégio Amorim preocupa-se com o desenvolvimento pedagógico, bem como com a conduta social e ambiental do educando, visando o ingresso nas Universidades Públicas e nas melhores Universidades Privadas, além da formação de um sujeito reflexivo e crítico, que tenha condições de vencer e ter um diferencial ao disputar o mercado de trabalho.

Pensando nisto os Cursos de Supletivo, Auxiliar e Técnico em Enfermagem dão um importante suporte no futuro profissional dos nossos alunos.

Aqui o educando e sua família sentem-se satisfeitos com a proposta do Colégio, seus valores e atitudes, contribuindo para o processo ensino-aprendizagem.

Há 18 anos educamos gente feliz com responsabilidade, e entendemos que o relacionamento com pais e alunos é a chave do nosso sucesso!

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Módulo Agronegócio

postado domingo, 2 de novembro de 2008 12:03 por giselia

Encerramos o módulo agronegócio e quero deixar registrado nossas atividades e meu agradecimento a todos colaboradores envolvidos  e parabenizar os colegas e alunos do Colégio Amorim pelo engajamento durante o Evento Cultural "Planeta Sustentável".

 

Gisélia Lima.

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Tecnologia e Meio Ambiente

postado terça-feira, 7 de outubro de 2008 21:42 por giselia

Tecnologia melhora renda e reduz impactos ambientais da cultura do coco


O coqueiro é uma planta de grande importância socio-econômica, que além de produzir a água-de-coco, o albúmem sólido para indústria de alimentos e de óleos, gera ainda uma grande quantidade de subprodutos e resíduos. No Brasil, com uma área plantada de 290.515 hectares são produzidos anualmente cerca de 2,29 bilhões de cascas, 469,76 milhões de folhas que caem naturalmente da planta e 469,76 milhões de cachos com ramos florais e brácteas, o que corresponde 3,84 milhões de tonelada de resíduos, sendo 1,53 milhão de casca e 1,69 milhão de folhas. No estado de Sergipe, com uma área plantada de 39.994 hectares a produção anual de resíduos de coqueiro é de aproximadamente 334 mil toneladas, sendo 85.731 toneladas de cascas e 181.925 toneladas de folhas. Atualmente, a maioria das cascas de coco, folhas e cachos do coqueiro são queimados ou descartados como lixo nas propriedades rurais produtoras de coco. Quando queimados produzem substâncias poluidoras do meio ambiente, quando descartados constituem meio adequado para procriação de animais peçonhentos e insetos vetores de doenças, servindo como agente poluidor do meio ambiente e de risco para a saúde dos trabalhadores rurais. Além disso, estão sendo eliminadas matérias-primas, infinitas e renováveis, de alto valor para a agricultura, sem as desvantagens ecológicas apresentadas por outros produtos como a turfa e a vermiculita, amplamente utilizadas, ao longo do tempo, como substratos, cuja extração gera graves problemas ambientais. Esses resíduos do coqueiro constituem também excelentes matérias-primas para produção de substratos e adubos orgânicos de grande importância agronômica, social e econômica sem desvantagens ecológicas, podendo contribuir, de maneira significativa, para o aumento da produção e melhoria da qualidade dos alimentos.

Visando reduzir a poluição atmosférica oriunda da queima e, à redução do volume de lixo depositado no meio ambiente, a Embrapa Tabuleiros Costeiros desenvolveu a tecnologia de “Biodegradação da Casca de Coco Seco e de Outros Resíduos do Coqueiro”. Essa tecnologia é capaz de transformar resíduos do coqueiro em substratos e compostos/adubos orgânicos como alternativa agroecológica para os sistemas de produção agrícola e, como nova fonte de renda para as comunidades rurais. Os resíduos do coqueiro são coletados e triturados em máquinas especiais e específicas para cada tipo de resíduo. As etapas do processo consistem em trituração, lavagem e hidrolização ácida das fibras, inoculação das fibras com acelerador biológico e, montagem, monitoramento e manejo da leira de compostagem aeróbica.

Fonte: Portal Agronegócio

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Economia e Desenvolvimento

postado segunda-feira, 1 de setembro de 2008 16:39 por giselia

Encerramos o segundo módulo com a sensação de termos realizado um bom trabalho, cientes que nossos objetivos foram  alcançados.

Gostaria de agradecer a todos os envolvidos nesse segundo módulo, em especial o Profº Henrique, Profº Rodrigo Abrantes, Profº Ivan, Profº Davi, Profª Renata e Profº Renato. Além do corpo administrativo, Sonia Amorim e  Adriana Martini, que nos possibilitou multiplicar o tema na outra unidade do Colégio.

Meu agradecimento ainda ao Sidei, administrador do Parque Piqueri, Leandro (informática), Gabriel Mancuso (TV Amorim), Guilherme (TV Amorim), Murilo (financeiro) e Sr. Prudente (transporte), além das nossas embaixadoras do clima, Marina, Thaís e Carol.

Valeu !!!

Em anexos, algumas de nossas atividades durante o módulo Economia e Desenvolvimento:

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Acompanhe as emissões de CO2 on line

postado terça-feira, 26 de agosto de 2008 18:38 por giselia

Essa ferramenta é um excelente recurso didático para demonstrar as emissões de GEEs para atmosfera:

Acesse: http://meioambiente.cptec.inpe.br

 

 

 

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Relação Social e Meio Ambiente

postado terça-feira, 26 de agosto de 2008 16:34 por giselia

Qualquer país só é soberano economicamente se tiver eficiência de suas matrizes energéticas.

Por que o Brasil, apesar das oscilações da economia mundial, se mantém estável?

Temos matrizes energéticas limpas e biotecnologia capaz de otimizar a biomassa da cana de açúcar e mamona, entre outras.

No entanto, uma das maiores economias do mundo, a China, continua a crescer a base de termoelétricas, ou seja, por meio de uma base energética  suja e que coloca em risco  a delicada dinâmica ambiental. Então, qual é a vantagem?

Vivemos em um mundo consumista. Dessa maneira, precisamos pensar:

O que produzir e como produzir?

O que consumir e como consumir?

É necessário ter um olhar diferenciado para cadeia produtiva, pois é imprescindível que ela apresente responsabilidade sócio-ambiental.

O Planeta não conseguirá se manter em equilíbrio com a demanda das sociedades modernas.

A base do desenvolvimento sustentável parte do princípio que a matriz energética de um país deve substituir ou minimizar o uso de recursos não-renováveis, como o uso do petróleo e seus derivados, e substituí-los por recursos renováveis.

As emissões de GEEs  (gases de efeito estufa) são os grandes vilões que comprometem a qualidade de vida  do Planeta e ameaça a delicada relação atmosfera-biosfera, ou seja, a  atmosfera é necessária para vida do Planeta, mas o excesso de gases que nela se acumulam impede que a radiação solar que é convertida de UV (ultravioleta) para IF (infravermelho) se dissipe para o universo e isso gera mais calor. Dessa maneira, o aumento de temperatura global desencadeará fortes impactos sobre a vida do Planeta, pois as mudanças climáticas colocaram em risco também as mudanças dos micro-climas e dos habitats naturais da diversidade animal e vegetal e até dos microorganismos.

O risco não está só em  produzir, mas é importante entendermos que cada tonelada emitida de um GEE pode ficar na atmosfera por centenas de anos, é o que chamamos de janela, ou seja, o tempo que um gás sobrevive circulante na atmosfera,  sem falar que a atmosfera não tem fronteiras e o que se emite em um continente pode afetar outro.

O Hemisfério Norte é o responsável pelas emissões de CO2 por fonte industrial, porque tem um histórico de desenvolvimento econômico que remonta desde da Revolução Industrial. No entanto, o Hemisfério Sul e a Ásia são responsáveis pelas emissões de CO2 por mau uso da terra, como por queimadas e desmatamentos e  também pela queima do carvão das termoelétricas.

Estudos mostram que entre os países que mais poluíram em 2007, para confirmar o que todos já sabiam, foi a China, pois não só lidera o rancking da quarta maior economia mundial, mas o gigante asiático também é um dos maiores emissores de CO2 para atmosfera.

Mas não podemos esquecer do Tio Sam (EUA), que poluiu e continua poluindo muito.

Assim, é fácil compreendermos que SER uma grande potência econômica afeta diretamente o estado de equilíbrio do meio ambiente e, por isso, acordos internacionais importantes, como o de Kyoto, estão em negociação permanente pelas nações desenvolvidas que deveriam se comprometer em poluir menos.

O desmatamento no Brasil, bem como as queimadas, tem forte interesse econômico, pois madeireiros, pecuaristas e agricultores formam juntos um tripé no avanço do uso da terra para encremento dos seus negócios. Só em abril de 2008 desmataram o equivalente o Estado do Rio de Janeiro, apenas na Amazônia Legal. Onde vamos parar? Perder a riqueza da Floresta Tropical e transformá-la em uma árida Savana?

Atender as necessidades do hoje, sem afetar as futuras gerações, é a linha de pensamento do desenvolvimento sustestável, o que prevê o estilo de vida das sociedades.

Qual sociedade é seu sonho de consumo?

Se todas as sociedades consumirem como os EUA serão necessários 4 Planetas para atender a demanda de consumo nos próximos anos.

O Planeta Terra é único e o alerta é real, por isso é necessário o comprometimento pessoal, pois pequenas atitudes podem se transformar em uma grande ação solidária pela sobrevivência do Homem.

Por: Gisélia Lima

Fonte: De Olho no Clima

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