Colégio Amorim

Planeta Amorim: Multiplicando ações ambientais

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O Colégio Amorim preocupa-se com o desenvolvimento pedagógico, bem como com a conduta social e ambiental do educando, visando o ingresso nas Universidades Públicas e nas melhores Universidades Privadas, além da formação de um sujeito reflexivo e crítico, que tenha condições de vencer e ter um diferencial ao disputar o mercado de trabalho.

Pensando nisto os Cursos de Supletivo, Auxiliar e Técnico em Enfermagem dão um importante suporte no futuro profissional dos nossos alunos.

Aqui o educando e sua família sentem-se satisfeitos com a proposta do Colégio, seus valores e atitudes, contribuindo para o processo ensino-aprendizagem.

Há 18 anos educamos gente feliz com responsabilidade, e entendemos que o relacionamento com pais e alunos é a chave do nosso sucesso!

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Tecnologia e Meio Ambiente

postado terça-feira, 7 de outubro de 2008 21:42 por giselia

Tecnologia melhora renda e reduz impactos ambientais da cultura do coco


O coqueiro é uma planta de grande importância socio-econômica, que além de produzir a água-de-coco, o albúmem sólido para indústria de alimentos e de óleos, gera ainda uma grande quantidade de subprodutos e resíduos. No Brasil, com uma área plantada de 290.515 hectares são produzidos anualmente cerca de 2,29 bilhões de cascas, 469,76 milhões de folhas que caem naturalmente da planta e 469,76 milhões de cachos com ramos florais e brácteas, o que corresponde 3,84 milhões de tonelada de resíduos, sendo 1,53 milhão de casca e 1,69 milhão de folhas. No estado de Sergipe, com uma área plantada de 39.994 hectares a produção anual de resíduos de coqueiro é de aproximadamente 334 mil toneladas, sendo 85.731 toneladas de cascas e 181.925 toneladas de folhas. Atualmente, a maioria das cascas de coco, folhas e cachos do coqueiro são queimados ou descartados como lixo nas propriedades rurais produtoras de coco. Quando queimados produzem substâncias poluidoras do meio ambiente, quando descartados constituem meio adequado para procriação de animais peçonhentos e insetos vetores de doenças, servindo como agente poluidor do meio ambiente e de risco para a saúde dos trabalhadores rurais. Além disso, estão sendo eliminadas matérias-primas, infinitas e renováveis, de alto valor para a agricultura, sem as desvantagens ecológicas apresentadas por outros produtos como a turfa e a vermiculita, amplamente utilizadas, ao longo do tempo, como substratos, cuja extração gera graves problemas ambientais. Esses resíduos do coqueiro constituem também excelentes matérias-primas para produção de substratos e adubos orgânicos de grande importância agronômica, social e econômica sem desvantagens ecológicas, podendo contribuir, de maneira significativa, para o aumento da produção e melhoria da qualidade dos alimentos.

Visando reduzir a poluição atmosférica oriunda da queima e, à redução do volume de lixo depositado no meio ambiente, a Embrapa Tabuleiros Costeiros desenvolveu a tecnologia de “Biodegradação da Casca de Coco Seco e de Outros Resíduos do Coqueiro”. Essa tecnologia é capaz de transformar resíduos do coqueiro em substratos e compostos/adubos orgânicos como alternativa agroecológica para os sistemas de produção agrícola e, como nova fonte de renda para as comunidades rurais. Os resíduos do coqueiro são coletados e triturados em máquinas especiais e específicas para cada tipo de resíduo. As etapas do processo consistem em trituração, lavagem e hidrolização ácida das fibras, inoculação das fibras com acelerador biológico e, montagem, monitoramento e manejo da leira de compostagem aeróbica.

Fonte: Portal Agronegócio

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